20/09/2007 19:44:11
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
Portfólio é um compartimento,seja ele virtual ou físico (pasta), onde são arquivados ou registrados os vários momentos de nossas aprendizagens.Quando fiz magistério lembro que, era resgistrado os momentos que achávamos mais importantes, nele continham fotos e as atividades desenvolvidas(ex:técnica de apresentação), e ao final do ano era feito um retrospecto das vivências do ano letivo.Beijos Lú Mota
Grupo 3 e 1
24/09/2007 18:36:06
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
A evidência que me chamou a atenção foi a última que fez com que os últimos resistentes concordassem com a inocência do réu, quando o jurado mais velho questionou as marcas dos óculos e argumentou que o hábito comum é tirarmos os óculos ao dormirmos!Neste momento foi apresentado uma evidência e feito a argumentação com base não só no seu ponto de vista, mas um hábito comum entre as pessoas que utilizam óculos!
24/09/2007 18:37:45
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
Colega Rosaura será que \" os jurados não etavam preocupados\", ou alguns jurados?
24/09/2007 18:42:40
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
Colega Rosaura, pelo que entendi a defesa era pública, foi indicada para acompanhar o caso para que o réu não se apresentasse sozinho.Isso acontece na nossa realidade judicial,o advogado do estado ,vai representar mas em muitos casos, não acompanhou o processo do seu início, e em muitas vezes não acompanha até o final.Talvez a defesa estivesse despreparada, ou só cumprindo um dever do estado!
29/09/2007 14:54:40
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
Colegas , entrei em outro fórum depois que havia escolhido este e postei o sguinte:Meninas dando uma passadinha pelos gruposquero contribuir dizendo que também adorei o filme, o exemplo do conselho de classe muito bom, pois os alunos se tornam réus e os professores os jurados.A passagem do filme que apresento é a última em que o autor apresenta a marca dos óculos no rosto, faz alguns questionamentos em relação ao seu uso e argumenta com os demais jurados de que a testemunha não poderia dormir com óculos, pois não é um hábito comum e que não pegaria o óculos rapidamente para identificar os fatos do crime.Outra passagem que achei interessante foi a relação entre movimento e tempo, de acordo com o físico da testemunha, que apresentava dificuldades de caminhar no tribunal e o movimento conforme a planya da casa que faria até chegar no local para testemunhar o crime.O que percebi que a medida que a evidência era apresentada e que a argumentação era muito bem fudamentada, as certezas , viravam incertezas.Acredito que as evidências são os fatos, as provas, e argumentação é o processo para que a evidência se legitimize.Outro fato que trago é que os jurados que foram mais sensíveis as mudanças,as dúvidas, contribuiram melhor para que huvesse uma argumentação bem sustentada a fazer com que os demais retomassem suas certezas, já os jurados que ficaram com suas raivas \\\"enjauladas\\\",deixaram seus corpos se tomarem pelos sentimentos, e não conseguiram sustentar suas argumentações, e alguns momentos deixaram suas frustações aparecerem.
29/09/2007 15:04:42
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
Grace, ao ler a tua mensagem também lembro que tive a oportunidade de fazer inscrição para ser jurada popular, mas em razão de tempo não participei.Acho que são experiências importantes na vida, mas tenho a experiência de já ter participado como réu de um acidente de trânsito, com danos somente materias.Onde as subjetividades seja do juiz, jurados compreemetem em muitas vezes os casos, é impossível ver o caso na neutralidade, na maioria das vezes colocamos nossas experiências, frustrações,acho muito errado isso, mas acontece e aconteceu comigo.O meu advogado,atuando também como juiz leigo, me informou que no primeiro momento eu não iria ganhar, mas que ao recorrer ao Supremo iria vencer, e foi exatamente o que aconteceu.Então experiência ou não na área judicial, somo seres humanos passíveis de erros!
30/09/2007 19:35:59
LUCIANE DE OLIVEIRA MACHADO MOTA
Escolhi a evidência da marca dos óculos, apresentada pelo jurado mais velho, pois esse fato não fazia parte das provas do julgamento, mas em razão da observação dos detalhes do processo, fez com que alguns jurados recordassem a vítima e também fizessem relação com a vida de que utiliza óculos, e isso foi um ponto importante para o réu fosse absolvido.
domingo, 30 de setembro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
Visita na Bienal!
Visitei o espaço pedagógico e dois artistas me chamaram a atenção foi o León Ferrari, que consta no slide, este preocupa-se em refletir sobre a violência que acompanha nossa humanidade.
O artista apresenta a intolerância do Cristianismo, as guerras no Afeganistão ,Iraque e também o fato histórico sobre a ditadura Militar na Argentina.
A artista Liliana Porter, realiza uma forte crítica social em relaçãoà divisão e desigualdade do trabalho, ao mesmo tempo em que indaga sobre questões fundamentaisdo âmbito artísticocomo, por exemplo, pensar o limite entre realidade e representação(trata-se somente de um tema de escla?)
O artista Leopoldo Estol, vincula idéias entre a história da arte e a literatura com texto/poema sobre fios conectando objetos em uma sala.
Ceal Floyer apresenta uma obra que reflete sobre o que constitui o trabalho de um artista, qual o limite do suporte e também da atenção do espectador.
O artista apresenta a intolerância do Cristianismo, as guerras no Afeganistão ,Iraque e também o fato histórico sobre a ditadura Militar na Argentina.
A artista Liliana Porter, realiza uma forte crítica social em relaçãoà divisão e desigualdade do trabalho, ao mesmo tempo em que indaga sobre questões fundamentaisdo âmbito artísticocomo, por exemplo, pensar o limite entre realidade e representação(trata-se somente de um tema de escla?)
O artista Leopoldo Estol, vincula idéias entre a história da arte e a literatura com texto/poema sobre fios conectando objetos em uma sala.
Ceal Floyer apresenta uma obra que reflete sobre o que constitui o trabalho de um artista, qual o limite do suporte e também da atenção do espectador.
Resenha do filme!
DOZE HOMENS E UMA SNTENÇA
O filme apresenta um julgamento de um homícidio doloso, onde um rapaz de 18 anos é o suspeito provável do crime contra seu pai, sendo que a votação do juri deveria ser unânimo, sendo que foram alertados que estariam julgando e fazendo uma decisão de uma vida, não tendo como reverter a decisão final.
O resultado do veridito, será dado após a votação de doze homens, estes se reunem em uma sala para fazer a votação de condenação, porém ouve um voto inocentando o rapaz.
A partir deste voto de provável inocência, é que se desencadeia a discussão das provas do crime, onde cada prova é questionada e verificada.
As subjetividades dos jurados e suas experiências, faziam com que ocorresse tensões durante o diálogo de inocentar ou condenar.
Os jurados que inocentavam, tinham mais argumentações diante das provas e depoimento das testemunhas, com isso faziam com que os demais ficassem indecisos sobre seus julgamentos.
Diante das argumentações sustentadas pela vivência comum da sociedade, o réu foi inocentado.
O filme apresenta um julgamento de um homícidio doloso, onde um rapaz de 18 anos é o suspeito provável do crime contra seu pai, sendo que a votação do juri deveria ser unânimo, sendo que foram alertados que estariam julgando e fazendo uma decisão de uma vida, não tendo como reverter a decisão final.
O resultado do veridito, será dado após a votação de doze homens, estes se reunem em uma sala para fazer a votação de condenação, porém ouve um voto inocentando o rapaz.
A partir deste voto de provável inocência, é que se desencadeia a discussão das provas do crime, onde cada prova é questionada e verificada.
As subjetividades dos jurados e suas experiências, faziam com que ocorresse tensões durante o diálogo de inocentar ou condenar.
Os jurados que inocentavam, tinham mais argumentações diante das provas e depoimento das testemunhas, com isso faziam com que os demais ficassem indecisos sobre seus julgamentos.
Diante das argumentações sustentadas pela vivência comum da sociedade, o réu foi inocentado.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
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